A Empresa
Uma mesa preparada para a conversa que a família precisa ter
O Quórum existe para dar à família um espaço organizado — sem julgamentos, sem agendas escondidas — onde as conversas importantes finalmente encontram lugar.
← Página inicialNossa história
Por que o Quórum existe
O Quórum nasceu de uma observação simples: famílias brasileiras com adultos acima de 40 anos raramente têm um espaço deliberadamente criado para conversar. Há reuniões de trabalho, há consultas com advogados e contadores, há encontros festivos — mas não há, com frequência, um momento em que a família se senta junta com a intenção de simplesmente ouvir umas às outras.
Fundado em São Paulo, o Quórum partiu de uma prática que existe há décadas em outros contextos: a facilitação de conselhos. No mundo corporativo, conselhos têm facilitadores. Em comunidades, grupos de diálogo têm mediadores. Mas famílias, na maioria das vezes, enfrentam suas conversas mais difíceis sem nenhuma estrutura de apoio.
Nosso trabalho não é resolver os assuntos da família. Não oferecemos aconselhamento, não diagnosticamos relações, não prescrevemos comportamentos. O que fazemos é mais modesto e, ao mesmo tempo, mais raro: preparamos e conduzimos reuniões em que a família pode se ouvir com cuidado.
Trabalhamos com famílias em que os membros são adultos — muitas vezes na faixa dos 40, 50 e 60 anos. São pessoas com histórias longas, relações complexas e temas que carregam décadas de camadas. Esse contexto exige um facilitador que saiba quando falar, quando calar e quando simplesmente fazer a pergunta que ninguém ainda tinha feito.
Quem facilita
As pessoas por trás do Quórum
Carla Resende
Facilitadora Sênior
Com formação em processos dialógicos e mais de quinze anos acompanhando grupos de adultos em contextos organizacionais e comunitários, Carla lidera as sessões de abertura e os ciclos anuais de conselho.
Paulo Meireles
Facilitador e Redator de Cartas
Paulo conduz as oficinas de carta familiar e apoia os ciclos de conselho em famílias com configurações mais complexas. Tem experiência particular com dinâmicas multigeracionais e negociações de cultura interna.
Ingrid Salave'a
Coordenação e Primeiro Contato
Ingrid cuida do relacionamento com as famílias antes e depois das sessões. É ela quem realiza as conversas de primeiro contato, orienta sobre os formatos disponíveis e acompanha as perguntas práticas de cada família.
Como trabalhamos
Padrões que orientam cada sessão
Escuta antes de tudo
Todo facilitador do Quórum passa por treinamento específico em escuta ativa não-diretiva. Não interrompemos, não completamos frases e não sugerimos respostas.
Confidencialidade estrita
O conteúdo das sessões não é compartilhado com terceiros em nenhuma circunstância. Os registros escritos pertencem à família — não ao Quórum.
Neutralidade do facilitador
O facilitador não tem posição sobre os assuntos da família. Sua função é estruturar o processo — não influenciar as conclusões.
Preparação prévia documentada
Antes de cada sessão, fazemos uma conversa preparatória com a família para entender o contexto e definir a agenda em conjunto. Nada começa sem um alinhamento prévio.
Formação contínua da equipe
Nossa equipe atualiza suas práticas regularmente através de supervisão entre pares, leitura especializada e participação em grupos de estudo sobre diálogo e facilitação.
Sem aconselhamento ou diagnóstico
O Quórum não oferece terapia, mediação jurídica nem consultoria patrimonial. Quando necessário, indicamos profissionais dessas áreas sem nenhum vínculo comercial.
Valores e perspectiva
O que acreditamos sobre famílias e conversas
Famílias adultas chegam a momentos em que há muito a discutir e poucos formatos disponíveis para isso. Decisões sobre patrimônio, sobre como cuidar de parentes mais velhos, sobre diferenças de valores entre gerações — esses são assuntos reais que demandam mais do que uma conversa de jantar.
O Quórum foi construído sobre a crença de que uma estrutura externa, quando bem aplicada, não enfraquece a autonomia familiar — ela a fortalece. Uma família que aprende a se reunir com intenção desenvolve uma capacidade que permanece muito depois de qualquer sessão conosco.
Trabalhamos a partir de uma tradição de facilitação que valoriza a distribuição equitativa da palavra. Nenhum membro da família deve dominar a conversa apenas por ter mais autoridade ou mais volume de voz. Parte do trabalho do facilitador é criar as condições para que todos possam ser ouvidos — inclusive os mais silenciosos.
Entendemos também que a família não precisa chegar a um consenso para que uma sessão tenha valor. Às vezes, o que importa é simplesmente que todos saibam o que os outros pensam — sem surpresas, sem mal-entendidos acumulados. Uma conversa honesta, mesmo que inconclusa, pode mudar a qualidade das relações por anos.
Comece pelo primeiro passo
Conheça melhor o que fazemos
Uma conversa inicial, sem custo e sem compromisso, para entender se o formato do Quórum faz sentido para a sua família.
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