Q Quórum
Sala de reunião com cadeiras vazias

O que as famílias dizem depois de sentar ao redor da mesa

Relatos de famílias que participaram dos nossos conselhos — com suas palavras, sem edição de marketing.

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8+

Anos de atuação em São Paulo

140+

Famílias atendidas

4,8

Avaliação média (de 5)

97%

Recomendam a outras famílias

Depoimentos de participantes

MF

Márcia Figueiredo

São Paulo, SP · abr. 2025

Fomos à Sessão de Abertura sem saber muito o que esperar. Achei que ia ser um processo formal, com regras rígidas. Não foi. A facilitadora criou um espaço em que minha irmã e eu conseguimos falar sobre coisas que tínhamos adiado por anos. Não resolvemos tudo, mas foi um começo real.

RC

Roberto Campos

São Paulo, SP · mar. 2025

Contratamos o Ciclo Anual depois que tentamos fazer uma reunião de família por conta própria e ela saiu dos trilhos em vinte minutos. Com o facilitador presente, a dinâmica mudou completamente. Cada um falou, cada um foi ouvido. O resumo que recebemos depois foi útil para lembrar o que havíamos combinado.

AS

Ana Souza

Campinas, SP · abr. 2025

A oficina de carta familiar foi uma das experiências mais honestas que tive com minha família em décadas. Escrever juntos o que queremos para nossas reuniões parece simples, mas é mais difícil — e mais revelador — do que parece. Saí com a sensação de que nos conhecemos um pouco melhor.

LM

Luís Menezes

São Paulo, SP · mar. 2025

Minha família é grande — seis irmãos adultos — e ficávamos com medo de que qualquer reunião virasse um conflito. O Quórum mostrou que com estrutura é possível. Não foi uma sessão perfeita, mas foi produtiva. Para nós, isso já é muito.

PT

Paula Teixeira

São Paulo, SP · abr. 2025

O que mais me surpreendeu foi a postura da facilitadora. Ela nunca opinou sobre nossos assuntos — apenas fez perguntas que nos ajudaram a nos ouvir melhor. Parece pouco, mas fez uma diferença enorme. Estamos no segundo ano do ciclo e a família já carrega uma forma diferente de conversar nas outras situações.

JN

Jorge Nogueira

São Paulo, SP · mai. 2025

Havia um assunto que minha família evitava há quase dez anos. Na terceira sessão do ciclo, ele finalmente veio à tona — de forma tranquila, sem brigas. Não sei se teria acontecido de outro jeito. O espaço faz diferença.

Como o processo aconteceu para algumas famílias

O ponto de partida

Uma família de quatro irmãos entre 45 e 60 anos tinha decisões pendentes sobre um imóvel deixado pelos pais. As conversas por WhatsApp sempre terminavam em mal-entendidos. Ninguém queria a briga, mas ninguém sabia como evitá-la.

O que fizemos

Realizamos a Sessão de Abertura para que a família construísse um protocolo de conversa. Nos meses seguintes, dois encontros do Ciclo Anual foram dedicados ao tema do imóvel — com pauta definida pelos próprios irmãos.

O que mudou

Ao fim do segundo encontro, os quatro tinham uma posição clara e combinada — sem advogado, sem mediador jurídico. A decisão foi tomada por eles, com o espaço como único apoio.

"Precisávamos de um lugar que fosse de ninguém. O Quórum foi isso." — Participante, 52 anos

O ponto de partida

Um casal com filhos adultos queria criar uma tradição de reuniões familiares, mas não sabia como começar sem que parecesse forçado. Os filhos moravam em cidades diferentes; encontros presenciais eram raros.

O que fizemos

A Oficina de Carta Familiar foi realizada durante um fim de semana em que a família estava reunida em São Paulo. Em dois dias, produziram um documento de duas páginas descrevendo como querem se reunir, com que frequência e sobre quais temas.

O que mudou

Um ano depois, a família havia realizado três encontros por conta própria, seguindo o que havia escrito na carta. O documento tornou as reuniões um hábito — algo que todos aguardam, não algo que ninguém quer organizar.

"A carta nos deu permissão para nos encontrarmos com intenção." — Participante, 67 anos

O ponto de partida

Uma família com um pai idoso e três filhos adultos enfrentava divergências sobre os cuidados necessários. As conversas ficavam carregadas emocionalmente e terminavam sem conclusão. Havia um acúmulo de ressentimentos por falta de espaço para falar.

O que fizemos

Três sessões do Ciclo Anual foram realizadas ao longo de nove meses. O pai participou das duas primeiras e os filhos da terceira. Em cada sessão, o facilitador garantiu que todos tivessem tempo igual de fala.

O que mudou

A família chegou a um entendimento sobre as responsabilidades de cada filho — combinado por eles, sem imposição externa. O pai disse que a experiência foi a primeira vez que sentiu que todos estavam conversando com ele, não sobre ele.

"Finalmente conseguimos nos ouvir de verdade." — Participante, 74 anos

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Endereço

Consolação, São Paulo

Atendimento

Seg–Sex: 9h–18h

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